sexta-feira, 31 de outubro de 2008

You gotta move ♫

Seria bom se pudéssemos controlar nossos pensamentos. Poder pegá-los e jogá-los longe, bem longe. E ainda poder colocar minas ao redor da nossa cabeça para que não voltem.
Que poder estranho tem nossa mente. Parece um ímã de coisas ruins. Dores, irritações, falta de respiração e suspiros, muitos deles pra complicar.

E quando você quer fazer o que eles pedem e não consegue? A batalha começa. A grande batalha entre o poder e o querer. Querer é poder? Poder é querer? Podemos fazer o que queremos? Queremos fazer o que podemos?
A dor-de-cabeça-dos-infernos já se instalou em mim. E tudo isso pra quê? Nada. Nada além de uma paixão fútil que surgiu e não quer ir embora.

Presta atenção, não há mais nada a se fazer. O destino já mostrou que a estrada se fechou.
Agora, eu quero mudar de rumo. E pra eu conseguir, você precisa ir embora.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Oh love, and the cold, the oncoming cold ♫

Cada vez que me deparo com uma surpresa sobre sua pessoa, tenho a certeza de que tudo não passou de um sonho.





Um sonho bonito,
desses que a gente lembra de vez enquando.


E agora, o que restou é o que não foi dito. O que não foi feito.

E ficamos assim, parados diante dessa confusão toda. Diante de todas essas respostas que, aguniados, procurávamos demais.


Me vejo presa ao te ver. É a morte não aceita.


Sai da minha frente... deixa eu ver o sol.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A cena repete a cena se inverte ♫

Pedi pra não ver e não vi.
Pedi forças para chegar no fim e nem percebi que esse fim
...






...não me pertençe mais.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Tanto faz, tanto faz... ♫

Na areia meu pé desliza, na rocha a água bate.
O vento que tanto insiste em querer fechar meus olhos sabe que eu preciso ser forte.






































"A linha do horizonte me distrai..."

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Porque eu não sou desfeito em luz ♫


















Na ternura do amor os olhares não estão mais brilhando

Na imensidão do amar os olhares se perderam
E sua arrogância fez morrer em mim, a vida.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

E a ponte vem, sendo a distância de quem tá só ♫

Eu procuro não pensar quando tudo quer voltar pra superfície. Na verdade, eu procuro é controlar. É, eu controlo. Não que eu queira, mas é que... eu preciso.
Eu preciso controlar esse sentimento, mais uma vez. Eu sempre faço tudo errado, então, o melhor mesmo é controla-lo para que eu não sofra...muito. Por que pensar é inevitável.
(Quase) Tudo faz despertar essa coisa dentro do peito, que dói, que me deixa sem ar, que faz meus olhos se encherem de lágrimas. Às vezes até me irrito.
E quando me irrito, a razão me atropela e os pensamentos começam a
ficar agressivos. A frieza faz com que meus olhos se fechem; não busco mais a beleza nem a alegria. Só a fuga.
Eu quero aceitar o fim; tudo que começa um dia acaba! Mas esse coração bobo que tanto se alegra ao lembrar da existência dele, me faz acreditar que o mundo vai girar e que tudo vai ficar bem.
Eu preciso é de tempo. Sim, tempo. Há quem diga que o tempo não cura nada. Mas eu, eu digo que sim, ele cura. O tempo não vai te fazer esquecer, mas vai curar a dor. É isso que o tempo faz. Cura a dor, e não te faz esquecer.
Afinal, como esquecer de alguém que deixou marcas em sua vida? Como esquecer de alguém que foi, ao mesmo tempo, seu sonho e seu pesadelo?
Vamos sempre lembrar dessas pessoas, às vezes mais, às vezes menos. Mas vamos lembrar.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

À margem de toda candura ♫

Eu fico sempre me questionando para onde vai todo pensamento que tenho quando acordo. Parece que são eles que me acordam e, assim que eu abro os olhos, eles somem. Mal abro os olhos e me vejo já no dia que segue. Sem pensamento algum. Não sei, é estranho. Eu acordo bem até - para quem está, neste momento, indignada com seus próprios pensamentos. A dúvida vem sempre assim do nada e eu nunca sei o que fazer com ela. Chega a ser chato. Ou irritante? Ainda não sei... Dias chuvosos me fazem ficar pensativa. Às vezes é bom, mas às vezes não. Assim como tudo tem dois lados, as ações estão ali junto. E a chuva acaba me fazendo ficar na dúvida. E não descobri o motivo disso ainda. Há muita água para passar debaixo da ponte, então, eu fico tranquila. Respostas surgem quando as perguntas mudam. Não é assim?